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07/11/2008
O exemplo que vem de Goiânia
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Ontem o Atlético Goianiense garantiu sua vaga para a Série B do Brasileirão 2009. Um time bastante simpático, bem organizado e que merece os nossos sinceros parabéns.
Assim como Fênix, podemos dizer que o Atlético ressurgiu das cinzas. Atolado em dívidas e causas trabalhistas, rebaixado para a segunda divisão do campeonato estadual e com seu estádio demolido, o time goiano vem em uma crescente impressionante. Conseguiu voltar para a primeira divisão de Goiás em 2006, sagrando-se vice-campeão estadual no mesmo ano, e reconstruiu o seu estádio. Em 2007, finalmente, arrematou o título, que não vinha desde 1988. Este ano fez um belíssimo papel na Copa do Brasil, e na Série C é o líder absoluto e já classificado.
Nunca gostei de fazer comparações no futebol, principalmente em assuntos que envolvam o Ferrão. Mas, vendo este belíssimo exemplo do Atlético Goianiense, fica quase impossível não comparar.
Ferrão e Atlético. Ambos fundados na década de 30. O Ferrão em 33 e o Atlético em 37. Seus dinstitivos são muito parecidos. Em Goiás, o Atlético foi o primeiro time a surgir, decretando o início do futebol no estado. No Ceará, o Ferrão foi o primeiro clube a profissionalizar seus atletas, contribuindo para o progresso do futebol local. Por lá, o maior clássico de sempre foi Atlético x Goiás. Depois surgiu o Vila Nova, que conquistou muitos torcedores. Aqui, Ferroviário x Ceará já foi o clássico dos milhões. Hoje, o Fortaleza é que detém o posto de segunda maior torcida. O Ferrão tem nove títulos estaduais. Até a conquista de 2007, o Atlético também tinha o mesmo número de troféus. Ambos possuem quantidades iguais de vice-campeonatos estaduais: 21. Para completar, as principais torcidas organizadas dos dois times, Falange Coral e Máfia Atleticana, possuem uma declarada aliança de respeito e admiração. Grandes e fiéis, seus torcedores nunca os abandonarão e são capazes de fazer as mais variadas "loucuras" para ver o seu time jogar.
Dentre todas as impressionantes coincidências que estes tradicionais clubes brasileiros possuem, a mais importante ainda está por vir. Assim como Fênix, assim como o Atlético, o Ferrão também vem trabalhando forte para ressurgir e voltar a ser destaque no cenário futebolístico brasileiro.
Administração organizada e comprometida, comando técnico qualificado, contratações ousadas, valorização da prata da casa e marketing forte junto aos seus torcedores. Estes foram alguns dos pontos preciosos para o sucesso atleticano, e é nesse caminho que o Ferroviário deve, e está a, seguir.
Vale ressaltar que, teoricamente, o Ferrão tem uma tarefa mais fácil do que a enfrentada pelo Atlético.
Enquanto eles estavam na segunda divisão goiana e sem estádio, o Ferrão nunca sequer foi rebaixadado e é dono do melhor estádio particular do Ceará, pronto para receber novas obras de modernização.
Na época da sua pior situação, a distância estrutural entre o Atlético e seus dois principais rivais (Goiás e Vila) era enorme. Por aqui, tal diferença entre o Ferroviário e seus dois principais rivais (Ceará e Fortaleza) nunca foi tão grande, e vem ficando cada vez menor.
Outra grande diferença, e por isso disse que a tarefa coral era apenas teoricamente mais fácil, é que por lá a Federação valoriza verdadeiramente o campeonato e seus filiados, inclusive chegando a bancar grandes jogadores para os clubes. Consequentemente, a imprensa acaba tratando todas as forças por igual. Infelizmente, situações como essas ainda parecem ser impossíveis de se ver por aqui.
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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30/10/2008
Nos bastidores da festa
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Estive hoje à tarde no Náutico e a equipe de decoração, contratada especialmente para o evento de posse da nova diretoria, acertava os últimos detalhes da grande festa.
O local estava lindo! Três mil balões vermelho, preto e branco irão dar o tom coral da festa. Da entrada do Náutico até o início do salão principal, um corredor de 50 metros decorado com tecidos iluminados, uma super produção! No cantinho do salão encontrei um dos principais protagonistas da festa, o bolo em comemoração aos 75 do Ferroviário Atlético Clube. E que bolo! Um metro e meio de comprimento, todo confeitado com motivos corais. Parabéns Ferrão!
Postado por Vitor Borges Monteiro
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24/10/2008
De olho na telinha
Está chegando o final do ano e as reuniões do Conselho Arbitral da primeira divisão do Campeonato Cearense já estão ficando mais freqüentes. O Estatuto do Torcedor determina que a tabela de qualquer competição seja divulgada com 60 dias de antecedência, portanto, a partir do dia 10 de novembro deve sair a tabela do Campeonato Cearense de 2009 se cumprirem na risca o que recomenda o Estatuto do Torcedor.
Minha preocupação diz respeito aos jogos da televisão. Nos últimos campeonatos, o contrato com a emissora de televisão não havia restrição quanto às transmissões de jogos de equipes mandantes para a mesma cidade de realização da partida. Porém, nossos rivais da capital raramente tiveram na grade jogos transmitidos quando realizados em Fortaleza. Não por força contratual, e sim por bom censo. O problema é que esse bom censo, pelo menos nos últimos campeonatos, não se aplicaram nem para Ferroviário e nem para o Icasa. Dos sete jogos do Ferroviário em casa no Campeonato Cearense de 2008 contra equipes que não fossem nem Ceará e nem Fortaleza, dois jogos foram transmitidos (Ferroviário x Boa Viagem e Ferroviário x Icasa).
Eu sou a favor de liberar as imagens, mas precisa ter algumas condições definidas, tipo: I) Do ponto de vista institucional, não é interessante mostrar a marca Ferroviário em estádio vazio, desvaloriza a marca, básico! Portanto, em jogos do Ferroviário por acaso realizados no PV ou no Castelão, nunca liberar imagem!; II) Quanto aos jogos no Elzir Cabral, se o estádio estiver lotado ótimo a transmissão, não há prejuízo na renda e ainda se valoriza a marca ao liberar a imagem de um jogo com casa cheia. Entretanto, apesar de toda a expectativa de um Ferroviário motivado em 2009, não temos a garantia de sucesso, estádio lotado é conseqüência de boa campanha, então, a imagem deveria ser liberada com autorização previa de 7 (sete) dias. III) Por último, acho que as cotas devem ser diferenciadas para os clubes âncoras do campeonato e proporcionais à quantidade de jogos transmitidos. Com todo respeito aos clubes do interior, mas acho que a divulgação da cidade para eles já está de bom tamanho. Até porque, esse não é o objetivo das prefeituras? A divisão igualitária das cotas entre os clubes, como tem acorrido nos últimos contratos, prejudica as equipes que realmente possuem compromisso com o futebol cearense.
Quanto a operacionalização de uma tabela que não permitisse transmissões de jogos de clubes mandantes para a mesma cidade de realização da partida, na minha opinião é muito simples. Basta definir 4 (quatro) equipes âncoras. Em cada final de semana, duas jogam fora de casa e duas jogam em casa. As duas equipes que jogarem fora de casa, uma partida seria realizada no sábado e outra no domingo, justamente os jogos da televisão. Além disso, poderia ser definido que com sete dias de antecedência, as equipes mandantes poderiam liberar seus direitos de imagem, assim a emissora poderia redefinir sua grade de acordo com a demanda do campeonato e em consonância com os clubes.
Corrigido alguns detalhes contratuais, sem dúvidas as transmissões do Campeonato Cearense servem como forte instrumento de massificação dos clubes locais. Imaginem se em 94/95 os jogos fossem transmitidos? Quantos milhares de torcedores potenciais teriam se apaixonado pela Máquina Coral? Em qualquer pesquisa de torcida aqui no estado é possível verificar que Ceará e Fortaleza juntos possuem menos de 50% da preferência local. Precisamos mais do que nunca ganhar um título e, com o apoio das transmissões, nossa massificação será rápida, pois mais de 50% da população não torcem nem Ceará e nem Fortaleza e estão só esperando o Ferrão para torcer.
Postado por Vitor Borges Monteiro
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18/10/2008
Em busca da empolgação necessária
Muita gente estranhou a saída do treinador Fernando Polozzi. Às vezes no futebol, as coisas não ocorrem conforme o planejado e se faz necessário um ajuste de rota. Nada mais do que normal, ainda mais quando há tempo para correções. O que determinou a saída do treinador coral foi uma combinação de fatores que, somados, convergiram contra a estabilidade de seu cargo.
O nome de Polozzi foi escolhido porque ele realmente apresentou um belo trabalho no campeonato estadual. Chegou na virada do 1° para o 2° turno e a sua contratação - com uma bagagem incomparavelmente melhor que muitos profissionais que orbitaram na Barra nos últimos tempos - motivou, empolgou e surtiu o efeito imediato e necessário dentro de campo. A prova disso é que sob seu comando, o Ferroviário só foi derrotado para o campeão cearense.
Entretanto, uma coisa é trabalhar no clímax do campeonato. Outra bem diferente, é fazer um trabalho de base a médio prazo, longe dos holofotes e da atenção do público. A intenção foi boa. Porém, o efeito desejado não foi satisfatório. Digamos que a coisa esfriou. Talvez, Polozzi tenha esperado mais do Ferroviário. E, certamente, o Ferroviário esperou bem mais de Polozzi . Quando não há uma correspondência mútua, melhor cada um ir para o seu lado. Sem rancores e ressentimentos, de preferência.
A atitude só veio esta semana. Mas, a situação já vinha se configurando há mais de um mês. Quem conhece os bastidores, sabia disso. Quando o trabalho não é empolgante, quando o foco não é um só, quando não há sintonia de trabalho, quando sucessivos erros tornam a acontecer, caberá sempre ao presidente - o principal cargo do setor executivo - entrar em ação para corrigir as falhas existentes. Não é favor. É obrigação. Impossível é aguentar calado determinadas situações. E na minha opinião, a decisão foi acertada.
Cada um vai agora continuar sua vida. Polozzi certamente fará bons trabalhos em outros ambientes. Conhecimento, ele tem de sobra. E o Ferroviário continuará em busca da empolgação necessária, com outro treinador que vista a camisa e se comprometa a realizar um trabalho forte, dinâmico e intenso. Porque o Ferrão precisa disso. Marasmo, apatia e coisas do gênero não podem mais existir em nenhum setor do clube. Basta.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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15/10/2008
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Em 2007, o Ferroviário, maior colecionador de títulos de base do estado, foi seriamente prejudicado ao ficar de fora da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Em seu lugar, inexplicavelmente, o Fortaleza Esporte Clube foi indicado como representante do estado na competição.
Para quem não lembra do acontecido, segue trecho de matéria veiculada aqui no Portal Oficial do Ferrão, em 21/11/2006:
"A tarde de segunda-feira foi de frustação para os jogadores do Ferroviário Sub-20, brilhantes campeões estaduais da categoria, titulo conquistado no último sábado ao derrotarem o time do Ceará pelo placar de 2x1, no Castelão.
Durante todo o campeonato da categoria Sub-20, foi amplamente noticiado pelos orgãos de imprensa e pela Federação Cearense de Futebol, que o campeão do certame iria representar o Estado do Ceará na Copa São Paulo, enquanto que o vice-campeão seria nosso representante na Copa Alagoas, a exemplo do que já ocorrera no ano passado. Referido acordo teve a chancela do então Secretário da SEJUV, Sr. Lúcio Bonfim, que dentre outras atividades, é diretor do Fortaleza. Dentro de campo, Ferroviário e Ceará conquistaram esse direito fruto do esforço e dedicação de seus jovens atletas.
Para espanto de todos os desportidas locais, o Ferroviário foi surpreendido com a notícia de que, há mais de 15 dias, o Fortaleza Esporte Clube está inscrito para participar das duas competições. Ferroviário e Ceará foram passados para trás e ficaram a ver navios. Vale ressaltar que, dentro de campo, o Fortaleza foi desclassificado da competição pelo Ferroviário ainda em sua fase inicial."
Agora, quase 2 anos depois daquele vergonhoso episódio, eis que o próprio Fortaleza, descaradamente, vem reclamar de não ter sido mais uma vez o grande indicado do futebol cearense. Segundo texto da diretoria tricolor, a FCF, "de maneira covarde, indicou apenas o Ceará, time do coração do Presidente Mário Degésio, para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, edição 2009."
Morais da história: Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Reciclagem e moralização no futebol cearense, já!
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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11/10/2008
Sobre o Vestuário: Devaneios e Divagações
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Sou a favor de que os clubes remodelem o padrão de suas camisas a cada temporada. Uniforme 1, 2 ou 3, tanto faz. Contanto que propicie uma grande novidade para o mercado. O que é comum há décadas no futebol europeu, parece finalmente ter chegado com toda força no Brasil. Já se percebe o protagonismo de alguns clubes em renovar o visual, inovar nos uniformes, nas cores e nos estilos.
É evidente que as origens devem ser sempre preservadas, desde que periodicamente atualizadas em termos de design. O Barcelona nunca abandonou o seu tradicional uniforme azul e grená. Entretanto, já vestiu amarelo e azul no tempo de Johan Cruyff e até o glorioso verde-marca-texto mais recentemente. Quem diria que o Corinthians usaria um dia a cor roxa? O Palmeiras abandonou o cinza-sem-graça e adotou o verde-limão. O Vitória baiano, rubro-negro de origem, já amarelou até nos uniformes (heim?). E o Ferrão? Que cor caberia num terceiro uniforme? Permitam-me o devaneio...
Para inspirar a divagação alheia, uma foto do tempo do bumba. 1965, mais precisamente. Ano em que o Ferroviário aposentou as famosas listras. Nada muito interessante, diga-se de passagem. Porém, não deixou de ser uma inovação para os padrões da época. Que não se repita, quero deixar bem claro. E que venham novos modelos a cada temporada.
Na foto: Zé do Mário, Zé Alberto, Gavillan, Toinho, Marcelo e Vicente; Raimundo Pipiu, Durand, Nilton, Moacir e Expedito Chibata.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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01/10/2008
Parabéns ao aniversariante Polozzi
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Hoje, 1° de outubro, é o aniversário de Fernando Polozzi, treinador do Ferroviário. A equipe do Portal Oficial do Ferrão envia os mais sinceros parabéns ao comandante coral, que tem a missão de montar o time para as disputas da temporada de 2009.
Rodado no futebol, experiente e boa praça, Polozzi é o tipo de cidadão que você conversa sobre futebol durante horas e não vê o tempo passar. Histórias pra contar, ele tem várias. Do sistema tático holandês de 1974 aos esquemas modernos, tudo vira resenha.
Tirada do fundo do baú, ai está uma foto da passagem de Polozzi pela Seleção Brasileira, convocado para a Copa do Mundo na Argentina, em 1978, quando atuava como zagueiro da Ponte Preta. No ano seguinte, transferiu-se para o Palmeiras e disputou a Copa Libertadores das Américas.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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30/09/2008
Pacoti: homenagens em vida
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Sábado, 27 de setembro. Biblioteca Pública de Fortaleza. O Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol) presta uma homenagem a um dos maiores ídolos do futebol cearense. Seu nome: Francisco Nunes Rodrigues, popularmente conhecido como Pacoti. Ao lado da bola, o ex-jogador do Ferroviário conversa alegremente com três dezenas de atentos ouvintes.
Sujeito simples, bom de papo e cheio de histórias pra contar. Memórias de uma época que o futebol talvez fosse um pouco mais apaixonante, saudosismos à parte. Em seu tempo, Pacoti foi um verdadeiro fenômeno (sem analogismos contemporâneos, por favor). Talvez esteja em qualquer seleção de todos os tempos do Ferroviário que se possa fazer.
É claro que o blogservatório coral não poderia deixar passar em branco esta homenagem. Apenas mais uma. Sim, porque já houve várias e a próxima acontecerá em outubro, promovida pela Associação dos Filhos de Quixadá, sua terra. E homenagem boa é aquela que é feita em vida. Parabéns, Pacoti.
Postado por Evandro Ferreira Gomes
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28/09/2008
E o dinheiro público...
As eleições municipais deste ano ainda nem ocorreram, mas parte do dinheiro público, pelo menos para os lados do Cariri, pasmem, parece já ter um caminho certo. Leiam a seguir, parte de uma matéria veiculada hoje no site Artilheiro.com, e tirem suas conclusões:
"ICASA SÓ VOLTA A CONTRATAR APÓS AS ELEIÇÕES - A diretoria do time alviverde resolveu dar um tempo nas negociações de jogadores até após as eleições municipais, devido o envolvimento de dirigentes nas disputas eleitorais e aguardando uma definição de quem estará a frente do poder executivo municipal para se definir que tipo de investimento será feito pelo futuro prefeito no futebol profissional."
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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25/09/2008
Boas Perspectivas
Como é duro viver sem Ferroviário, hein? Com certeza, 10, entre 10 torcedores corais, estão sonhando que este ano logo acabe para poder acompanhar o Ferrão novamente em ação. A data de início do Estadual está confirmada: 11 de janeiro. O calendário do futebol local, finalmente, foi melhorado, e teremos uma nova competição no segundo semestre. Independente disso, não passa pela cabeça de ninguém na Barra ficar novamente fora do Campeonato Brasileiro. Vamos para a Série D com muita força.
A fase de preparação está sendo bem feita. O competente Fernando Polozzi vem analisando muitos jogadores e já vai formando uma base de qualidade. Os experientes Jéfferson, Cleiton Cearense e Dino já foram contratados. Os jovens Carlinhos, Guto, Joãozinho e Leonardo, dentre outros, estão de volta. Gratas surpresas como Paulo Maranhão, Naná e Curiri, já se destacam. A partir de novembro, o presidente Paulo Wagner promete a chegada de outros reforços de peso para, definitivamente, completar um elenco de muita qualidade rumo à grandes conquistas em 2009.
No dia 30 de outubro haverá a posse oficial da nova diretoria. Os convites já estão à venda. As perspectivas para 2009 são cada vez melhores, e o apoio do torcedor neste momento é fundamental.
E por falar em perspectivas, seguimos trabalhando sério para que o Ferrão continue a ter um dos melhores Portais Web do Brasil. Informo que em breve teremos boas novidades neste espaço, especialmente para os nossos sócio-torcedores.
Postado por Chateaubriand Arrais Filho
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