| 09/09/2010 Ferroviário x Horizonte |
| 05/09/2010 Fortaleza 1x1 Ferroviário |
Pesquisa personalizada
|
07/03/2010
Atuação do árbitro provocou revolta geral no Elzir Cabral
|
Indignação e revolta. Essas são as palavras que melhor refletem o descontentamento geral de dirigentes e torcedores do Ferroviário, presentes hoje à tarde na Vila Olímpica Elzir Cabral, contra a arbitragem calamitosa de Gleysto Gonçalves.
Durante toda a partida, os erros seguidos do referido árbitro provocaram inúmeras reclamações do lado coral. Além de permitir o jogo duro do Boa Viagem economizando no cartão amarelo, Gleysto Gonçalves deixou de marcar um pênalti claro em cima do atacante Fernando Genro, que ao limpar a bola no lado direito do ataque coral, foi aterrado dentro da área pelo defensor adversário. Já no intervalo, o quadro de árbitros desceu para os vestiários debaixo de vaias de todo o estádio.
A situação foi ainda pior na etapa final da partida. Apesar de ter acertado na expulsão de um jogador do Boa Viagem, por jogada violenta, Gleyto enervava os jogadores corais a todo momento invertendo faltas e parando várias jogadas de ataque do Ferrão. Numa delas, o atacante Felipe Klein avançava sozinho para dentro da área do Boa Viagem, mas a arbitragem assinalou impedimento de Fernando Genro, que sequer participou do lance.
Aos 25 minutos, o zagueiro Pereira recebeu o cartão amarelo em lance semelhante à várias outras jogadas dos defensores do Boa Viagem, que sequer foram advertidos, tirando o defensor coral da próxima partida do campeonato por completar a série de três cartões.
Outra jogada que revoltou a todos no estádio foi com relação a exclusão do técnico Armando Desessards. Após desarmar com falta o meia Diego, o lateral adversário caiu no procedimento da jogada. A arbitragem assinalou falta inexistente e ainda permitiu a cobrança cerca de 5 metros a frente do local do lance, o que proporcionou a bola ser alçada na área coral num dos lances mais perigosos do Boa Viagem na tentativa de empate. Armando reclamou com o assistente e foi expulso por Gleysto Gonçalves. A indignação de todo o estádio era tamanha naquele momento, que o treinador coral deixou o campo debaixo de aplausos do torcedor coral.
Dirigentes, comissão técnica e torcedores protestaram com veemência ao final da partida. O ex-presidente Caetano Bayma, que assistiu ao jogo das cadeiras, estava revoltado: "A arbitragem de hoje foi simplesmente catastrófica sob todos os aspectos. Há tempos não via algo assim, é revoltante o que fizeram com o Ferroviário dentro da nossa própria casa", reclamou.
Um dos mais indignados era o presidente Ribamar Soares: "Quero ver se os orgãos de imprensa aqui presentes terão coragem de apontar o que houve hoje aqui na Barra. Ninguém pode esconder a verdade dos fatos. Todos nós acabamos de presenciar uma das arbitragens mais suspeitas do atual campeonato e a nossa diretoria jamais ficará calada diante de algo dessa natureza".
Após a partida, dirigentes do Ferroviário se reuniram imediatamente com o propósito de definir o que pode ser feito em termos de representação junto à comissão de arbitragem. "Vamos continuar batendo nessa tecla sempre que for preciso. Exigimos que o Ferroviário seja ouvido em suas reclamações e tenha o seu poder de veto respeitado. A arbitragem de hoje foi tão calamitosa que poderia ter havido problemas maiores já que o público saiu revoltado com a aberração presenciada no estádio", declarou Emmanuel Garcia, representante do Ferroviário na FCF.
Ainda não é Sócio-Torcedor do Ferrão? Clique aqui e faça o seu cadastro online.
Colabore com o seu clube do coração e usufrua de vários benefícios.
O futuro não é mais como costumava ser!